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Pesca da amizade
No primeiro paço, viu as flores do jardim,
O pescador que vive do peixe da floresta.
Sentia no vento, o perfume de jasmim.
No segundo paço, viu rosa balançar,
O pescador procura isca, para lançar ao mar.
As pétalas que se abrem, arco-íris quer tocar.
No terceiro, viu a chuva que faz prata.
O pescador quer pensar no mar.
Aos olhos do fogo reluzente da mata.
No quinto paço, chega mais perto do sol.
O pescador ajeita o aço do anzol.
A fadiga não deixa o vento acariciar.
E quando se aproxima, vê a vida.
O pescador não quer mais pescar.
Agora quer pensar num amigo.
Ou na mulher que faz sonhar.
Numa sereia do seu jeito de amar.
A natureza do encanto de preservar.
A pureza do coração de esperança.
Da mulher amiga que quer cuidar.
À distância, com sonhos de criança.
No peito que guarda consigo valioso,
O gesto que é cultivado carinhoso,
Na sua forma simples de amar.
Esta poesia foi pruma amiga muito especial!
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