Meu pai
Meu pai que tanto amo, que me ogulho. Meu pai que representa coragem. Revela seus princípios covardes. Meu pai, o rei, o meu guerreiro. Aquele que me encoraja, hoje se rasteja. Dentro de suas razões ou medos. Enxergo sua frieza de espírito. De compreensão é vazio insensível. Meu pai, onde encontro sabedoria... É feito de inocência, de sua ignorância. seu limite é seus princípios, sua própria razão. Seu oportunismo é mascado pela dignidade. Por que tanto busco seu amor e seu orgulho? Se me renega, em virtude de sua estupidez? Meu pai, quando ama, é generoso, é amável. Meu pai quando ama, é sensível, é doce. Deste amor, talvez eu não seja digno. Recebo em troca, apenas seus princípios. Nobre, são as mulheres de sua vida. Nobre é seu amor, pela vida.
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